Mostrando postagens com marcador Fota. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fota. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Perto de um final feliz

Imagem: fia.com

Após Bernie Ecclestone ameaçar as equipes que fazem parte da FOTA e que tinham (e ainda tem) a ideia de criar uma liga paralela, a FIA (por meio de seu porta-voz) enviou uma carta pedindo para que as equipes se inscrevessem na temporada do ano que vem, para que depois, pudessem sentar em uma confortavel cadeira numa quente sala de reunião, com direito a cafézinho e bolachinha para os diretores das equipes e então discutirem junto com Max Mosley (presidente da FIA) as regras para 2010 e o tal do této orçamentário.
A resposta das equipes, segundo o mesmo porta-voz, não foi "inteiramente negativa", o que significa que existe algo de bom à ser explorado e descutido.

Por mais que não sejá realmente, uma "grande coisa", finalmente um momento de "menos inimizade" entre os dois lados.
Mas a hora de tirar as aspas de duplo sentido ou sentido contrário dos textos deve estar se aproximando. O que provavelente irá acontecer é um této orçamentário maior e todas as equipes na temporada de 2010. A FOTA ja deve ter percebido que ex-pilotos, fãs, jornalistas e mais da metade de todo o mundo que acompanha a Fórmula 1, acredita que se as categorias se dividirem, ambos os lados sairão perdendo.
Aguardar se torna a única saida.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Impasse movimenta bastidores da F1

A cada dia que passa, o impasse para o ano de 2010 aumenta. Para o leitor do 1ºGP entender, está ocorrendo um racha entre a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e a Fota (Formula One Teams Association – Associação dos líderes das equipes de F1).

A FIA estipula um teto orçamentário para o ano de 2010. Esse teto seria de R$ 130 milhões. Uma espécie de limite de gastos para as equipes, o teto estimularia mais times a entrarem no circo da velocidade – uma delas a antiga Lola –. Para a temporada 2010 as equipes podem não aderir ao limite de gastos. Entretanto não aceitar o teto trará restrições. Caso, por exemplo, a Ferrari não aceite o limite, os italianos estarão impedidos de desenvolver o motor, de usar o cobertor de pneu – que ajuda no aquecimento do mesmo – ou treinamentos entre uma corrida e outra. As equipes que limitarem os gastos em R$ 130 milhões não terão essas restrições.

O campeonato então estaria dividido. Algumas equipes tendo motores avançados, pneus aquecidos e carros aerodinâmicamente já treinados, contra os times limitados tecnologicamente, mas com custos altos. As equipes com grandes gastos, teriam de “rebolar” para explicar às montadoras um desempenho menor que os times que usam menor potencial de capital. Com isso, Ferrari, Renault, RBR, STR e Toyota não pretendem participar do mundial do próximo ano caso o teto permaneça. Brawn, Williams e Force Índia – que não possuem uma montadora forte que às banca – são as únicas garantidas em 2010, mas isso não as coloca como concordantes da nova regra.

Na verdade o grande problema é a luta das equipes maiores contra o atual presidente da FIA, Max Mosley – que recentemente perdeu um filho –. Nesta quarta-feira (20-05) o julgamento [em que a Ferrari protestou contra o teto orçamentário da FIA para a corte de apelações francesa] teve vitória da federação maior do automobilismo. O problema está longe de se resolver, mas a situação enfraquece cada vez mais a ligação Mosley e times da F1.