quarta-feira, 7 de abril de 2010

Frases pós corrida - Malásia

Por Bruno Gerhard


Continuamos com nossa fase de frases pós corrida. Frases estas que, como já disse antes, muito querem dizer sobre cada piloto e equipe...pelo menos no momento "pós corridas". O mais interessante é ver o quanto a opinião de cada um desses pilotos mudou no decorrer da semana. Podemos identificar blefes, momentos de nervosismo, sarcarsmo....
Sem  mais, fico por aqui e deixo vocês com as frases pós corrida do Gp de Kuala Lumpur, na Malásia:

Sebastian Vettel (1º - Aleluia): “Foi crucial para a equipe se manter relaxada e não entrar em pânico. A
temporada é longa, mas este é o melhor resultado que poderíamos alcançar, com a dobradinha.”

Mark Webber (2º): " Tivemos problema de estratégia (...). O importante é que o carro está respondendo muito bem. O resultado final foi muito bom."

Nico Rosberg (3º): "Foi um resultado fantástico. Infelizmente, a largada não foi tão boa. (...) Claro que a gente tem que melhorar, mas o resultado aqui foi excelente."

 Lewis Hamilton (6º): "Não disse nada. Chegou à frente de Button e o chororô que se mantinha desde o início da temporada cessou...por enquanto."

Felipe Massa (7º - Líder do mundial de pilotos): “A sensação de liderar é, sem dúvida, boa(...), mas ainda há 16 corridas pela frente e nada muda. Fizemos um bom trabalho nestes três GPs(...).Temos muito trabalho a fazer, por isso precisamos ficar concentrados para não desperdiçar nossos esforços.”

Fernando Alonso (Quebrou à duas voltas do final - estava em 9º): “Desde o início as coisas deram errado. Foi provavelmente a corrida mais difícil da minha vida em termos de pilotagem, porque eu tive de improvisar a cada curva. Foi um fim de semana difícil. Às vezes, somos nós, às vezes, são os outros. Você tem que aproveitar as oportunidades.”

Rubens Barrichello (12º) para Lucas Di Grassi (14º): “Nós perdemos uma boa oportunidade hoje (...).A porcaria do nosso carro ainda não está legal. Vamos sorrir senão vamos chorar. Eu vou chorar ali no canto.”

Michael Schumacher (Não completou): "Perdi uma porca da roda, então não tinha mais movimentação à esquerda. Estávamos em uma boa posição e, apesar de ser uma longa corrida, parecia que estava tudo bem."

Kimi Raikkonen (O que é Fórmula 1?): “Se não tivessem dito, eu nem lembrava que tinha GP da Malásia neste fim de semana.”


RBR (Adrian Newey): “O duto da McLaren é inteligente e abre possibilidades. Entretanto, estou preocupado com a segurança dele. É uma questão complicada, mas ele será incorporado junto com algum novo pacote, em um momento oportuno. Estamos desenvolvendo o dispositivo.”

Ferrari (Stefano Domenicali): “Somos competitivos, estamos fortes e precisamos dar um jeito nas falhas.”

Mercedes (Nick Fry): Ele (Schumacher) aprende um pouco mais a cada corrida e tudo depende de se acertar em uma delas. Pode demorar um pouco, mas era o que esperávamos. Eu não subestimaria Schumacher.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Sorteio para escolher o pole

Acredite se quiser. É justamente o que você leu no título deste texto. Bernie Ecclestone, um dos chefões da F1 – comercial –, sugeriu que, para as corridas ficarem mais divertidas para os fãs da categoria, o grid deveria ser sorteado. Ecclestone levou em consideração a chuva que caiu na Austrália e nos treinos da Malásia, para explicar as ótimas corridas que ocorreram nas duas últimas semanas.

De acordo com o inglês, ninguém deve se fantasiar, pois as corridas devem ser como a do Bahrein, taxada como monótona. “Não fiquem iludidos, tivemos sorte com a chuva. Precisamos fazer algo. Pela primeira vez, as equipes chegaram à conclusão de que mudanças são necessárias. Não precisamos inverter o grid de largada, precisamos apenas de mais ultrapassagens”, disse para a BBC.


O chefe da F1 ainda propôs uma ideia curiosa. “Por que não colocar uma garota bonita e sortear os pilotos que serão os dez primeiros do grid?”, opinou. Independente do que acha Ecclestone, acredito que não foi apenas a chuva que deixou as corridas interessantes. No GP do Bahrein, abertura do mundial, nenhum piloto ou equipe tinha a ideia da hora exata de parar para troca dos pneus. Resultado: Todos pararam praticamente nas mesmas voltas.




Na corrida seguinte, claro, além da chuva, que embolou os carros bons e ruins, vimos táticas de duas trocas de pneus, que resultam em um carro rápido no fim da prova. Outros arriscaram apenas uma troca, o que gerou brigas por posições no final das corridas. A F1 não precisa das soluções mágicas de Ecclestone. Quanto mais os estrategistas elaborarem um boa tática, melhor ficarão os Grandes Prêmios.


domingo, 4 de abril de 2010

Enfim, os melhores

Finalmente pintou a primeira vitória de Vettel e da RBR no ano, aliás, veio com dobradinha. Entretanto, poderia ser a terceira. O carro projetado por Adrian Newey se apresenta como principal candidato ao título. Mesmo com apenas 3 corridas. Apesar disso, a falta de regularidade de Vettel, no início do ano, não o deixa na liderança do mundial de pilotos. Com o melhor começo de temporada na carreira, Felipe Massa é o líder com 39 pontos.

Nico Rosberg, ovacionado pelos malaios, que viram a Petronas no pódio – empresa local –, deve agradecer ao motor Mercedes. Não apenas pela potência, mas por ter deixado Michael Schumacher na mão, já na 11ª volta. Os primeiros colocados foram decididos no início da prova. Os dois primeiros, na primeira curva. Sebastian Vettel ultrapassou o pole Mark Webber e liderou a prova inteira.

Mclaren e Ferrari, que largaram no fundo do pelotão, usaram estratégias diferentes para cada piloto. O lado inglês pensou melhor. Hamilton foi quem se deu bem. Ele ficou na frente dos concorrentes e foi abrindo espaço, ultrapassando os outros pilotos no começo da corrida. Button tentou, novamente, o pulo do gato, usando a tática de trocar os pneus já na 9ª volta. Deu certo, ele ficou a frente das Ferrari no fim da prova, mas com o desgaste dos compostos, perdeu rendimento.

A Ferrari optou por ficar na pista por um bom tempo. Felipe Massa trocou os pneus duros, por moles, cerca de 10 voltas antes de Alonso. O carro de Massa se comportou bem no final. O brasileiro não só encostou em Button, como o passou e chegou a colar em Sutil e Hamilton, 5º e 6º colocados. Alonso, com problemas na marcha, parou mais tarde no box. Também levou vantagem com relação a Button. Quando o espanhol tentou a ultrapassagem, o motor italiano estourou.


No final da fila, após ficar parado na largada – anti-stall de novo? –, Barrichello fez a mesma tática de Button, parou logo cedo. A estratégia funcionou, mas a Williams, com pneus desgastados, também não teve bom rendimento no fim e o brasileiro perdeu posições. Ele acabou parando uma segunda vez. Bruno Senna e Lucas di Grassi completaram a prova. Com o abandono de Alonso, di Grassi ficou a 3 posições da zona de pontuação.

Ah, mais uma vez a previsão das equipes errou. Principalmente a da Williams, que foi ao ar na transmissão. A chuva não caiu. Uma pena. O mundial deixou os 5 líderes separados por poucos pontos: 1º Massa – 39; 2º Alonso, 37; 3º Vettel, 37; 4º Button, 35; 5º Rosberg 35. Descaque para os pilotos Jaime Alguersuari e Nico Hulkenber, ambos marcaram os primeiros pontos da carreira. Sem esquecer de Kubica, que mais uma vez fez milagre com a Renault e chegou em 4º.

  • 1º Sebastian Vettel - RBR 1:33:48.412
    2º Mark Webber - RBR +4.8
    3º Nico Rosberg - Mercedes +13.5
    4º Robert Kubica – Renault +18.5
    5º Adrian Sutil – Force India +21.0
    6º Lewis Hamilton – McLaren +23.4
    7º Felipe Massa – Ferrari +27
    8º Jenson Button – McLaren +37.9
    9º Jaime Alguersuari – STR +70.6
    10º Nico Hulkenberg – Williams +73.3
    12º Rubens Barrichello – Williams +1 VOLTA
    13º Lucas di Grassi – Virgin +3 VOLTAS
    15º Bruno Senna – Hispania +4 VOLTAS

MELHORES MOMENTOS:

Vettel passou Webber na primeira curva

O motor Ferrari não esteve bem, as duas Saubers quebraram
Schumacher voltou a pé para o box

Com o pneu desgastado no fim, Barrichello precisou de duas paradas

Mesmo sem a chuva, muitos carros abandoram na Malásia: 8

sábado, 3 de abril de 2010

Que venha o dilúvio

Uma chuva intensa pode acabar com qualquer carro de ponta na F1. Ruim para eles, bom para os menores. Algumas das equipes da categoria, como a Hispania, Virgin e Lotus possuem no aguaceiro de Kuala Lumpur, a esperança para brilharem e marcarem os primeiros pontinhos – talvez únicos. Com as condições niveladas, muitos favoritos podem sair da pista.

No ano passado, uma forte tempestade interrompeu a prova da Malásia. Entretanto, a chuva chegou a dar uma trégua, mas o Sol já estava sumindo e a visibilidade piorava a cada minuto. Por isso a prova não seguiu. Este ano, com a realização da corrida com uma hora de antecedência, as pequenas equipes vêem a chance do pontuar.

Na corrida passada, em Melbourne, na Austrália, 14 carros completaram as 58 voltas do circuito. Chandhok, pela Hispania e Kovalainen, pela Lotus, ficaram a poucas posições do 10º lugar – colocação que recebe ponto no novo sistema de pontuação, implementado este ano. Em Sepang, a chuva do treino classificatório foi capaz de tirar campeões mundiais da pista, o que pode acontecer novamente na corrida.

O grande perigo da pista molhada é a aquaplanagem. No trânsito cotidiano, isso ocorre quando os pneus perdem contato com a pista, já que o pneu não consegue cortar toda a camada de água do asfalto. Na F1 é diferente. Por serem muito baixos, os carros possuem a tendência de flutuarem, caso a camada de água seja muito grande.

O acerto na altura do carro é fundamental para condições adversas. “Erramos na altura, mas não tínhamos experiência aqui nestas condições. O carro estava um pouco baixo... Se continuar chovendo desse jeito, não será fácil se manter na pista. Gosto de pilotar na chuva, mas nesta quantidade é muito complicado, explica Bruno Senna ao site do Globo Esporte.

A equipe favorita para estas condições é a RBR. O carro projetado por Adrian Newey possui uma tecnologia nova, capaz de – sem a interferência física dos mecânicos – aumentar a altura do carro. O segredo ainda não foi desvendado, mas deve estar na suspensão. Com chuva, um carro baixo pode aquaplanar facilmente. Por enquanto, só a RBR pode aumentar ou diminuar a altura do carro durante a prova – isso a favorece, já que um carro alto, não é tão rápido quanto um baixo; a equipe pode fazer essa mudança no meio da corrida.

Mark Webber na pole



O que todos temiam (e previam) aconteceu, a chuva chegou e nenhuma equipe estava realmente preparada com o acerto ideal para as condições que se estabeleceram pelo senhor do tempo. O resultado disso, foi um estranho e louco treino classificatório, com muitas rodadas, Ferraris e McLarens larganda bem atrás e três pilotos brasileiros nas quatro ultimas posições do grid.

A primeira parte do treino começou com uma grande dúvida para pilotos e equipes, entrar com pneus intermediários ou pneus para chuva? A pista intercalava lugares secos com lugares muito molhados. Grande parte dos pilotos que saiu com intermediário teve problemas, Petrov, Buemi, Liuzzi e Senna (que abandonou na caixa de britas). Depois, a chuva aumentou ainda mais, todos voltaram com pneus para chuva e mais um show de rodadas e saidas de pista com Hamilton, Petrov (novamente), Alonso, Massa e Button (que teve de abandonar o treino).



Com todas essas rodadas e a incrível falha da Ferrari, que acreditou na previsão do tempo (que não acertou quase nenhuma das previsões até então) e esperou para sair dos boxes com os dois carros, que acabaram ficando fora logo na primeira parte, assim como Hamilton e sua McLaren. Trulli, Chandhok, Senna (novamente atrás do indiano) e Di Grassi completara o fim do grid.



Massa afirmou que o erro foi de todos da equipe. Alonso minimizou os fatos dizendo que a posição é apenas uma piada e que muita coisa podera acontecer na corrida de amanhã. Ao contrário dele, Hamilton disse que para conquistar algo no domingo, o trabalho deverá ser duro.

Na segunda parte do treino as equipes, para não cometerem o mesmo erro da Ferrari, logo fizeram fila na saída dos boxes. A pista menos molhada deu a oportunidade dos pilotos usarem os pneus intermediários. Mesmo assim Glock rodou e Buemi saiu da pista. As surpresas ficaram por conta de Kobayashi que passou para a ultima parte do treino e Petrov, que além de ficar em 11º, viu seu companheiro Robert Kubica passar novamente para a ultima fase e ainda deu uma bela cabeçada no televisor que fica em cima de seu carro nos boxes.



A "Super Pole" (salve Galvão) começou de uma maneira controvérsa. Os carros novamente fizeram fila para sair dos boxes, os dois carros da Force India tomaram a dianteira, mas Robert Kubica "furou" a fila e saiu na frente de todos. Mesmo assim, nenhuma volta foi computada, pois a chuva aumentou e o treino foi paralisado e assim permaneceu por 12 minutos. Sebastian Vettel concordou com a paralisação: "Estávamos mais nadando que pilotando". No reinicio do treino, com menos chuva, os dois carros da Force India alinharam lado a lado para que polonês nenhum fizésse gracinha novamente.




Com temperatura ambiente em 26º e a pista em 24º (bem menos do que todos os outros dias de treino), quem se deu bem foi Mark Webber. O Australiano foi o unico a arriscar com pneus intermediários e marcou o tempo de 1m49s327 e, vejam isso (salve Marcelo Tas), MAIS DE UM SEGUNDO de diferença para o segundo colocado Nico Rosberg (que novamente ficou a frente de Schumacher, aliás, bem a frente de Schumacher). Rubens Barrichello, o brasileiro mais bem colocado no grid, largará em sétimo e lamentou a escolha errada dos pneus "deveria ter escolhido pneus intermediários na minha última tentativa, que me proporcionariam um tempo melhor". O problema de Barrichello foi terminar atrás de seu companheiro Nico Hulkenberg, o quinto.

Previsão de chuva forte para o horário da corrida de amanhã, tudo pode mudar em uma única volta. Veremos. Um abraço!



Tempos do treino classificatório:

1 Mark Webber – RBR - 1m49s327
2 Nico Rosberg - Mercedes - 1m50s673
3 Sebastian Vettel - RBR- 1m50s789
4 Adrian Sutil - Force Índia - 1m50s914
5 Nico Hulkenberg – Williams - 1m51s001
6 Robert Kubica – Renault - 1m51s051
7 Rubens Barrichello – Williams - 1m51s511
8 Michael Schumacher - Mercedes - 1m51s717
9 Kamui Kobayashi – Sauber - 1m51s767
10 Vitantonio Liuzzi - Force Índia - 1m52s254

11 Vitaly Petrov – Renault - 1m48s760
12 Pedro de la Rosa – Sauber - 1m48s771
13 Sebastien Buemi – STR - 1m49s207
14 Jaime Alguersuari – STR - 1m49s464
15 Heikki Kovalainen – Lótus - 1m52s270
16 Timo Glock – VRT - 1m52s520
17 Jenson Button – McLaren - sem tempo El

18 Jarno Trulli – Lótus - 1m52s884
19 Fernando Alonso - Ferrari - 1m53s044
20 Lewis Hamilton – McLaren - 1m53s050
21 Felipe Massa – Ferrari - 1m53s283
22 Karun Chandhok – Hispania - 1m56s299
23 Bruno Senna – Hispania - 1m57s269
24 Lucas di Grassi – VRT - 1m59s977

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Como no primeiro treino

Tudo se repetiu no segundo treino livre – TL2 – da Malásia. Os carros com os motores Mercedes lideraram, mas desta vez, um “intruso” esteve entre eles. Sebastian Vettel, que quase ficou com o primeiro tempo do dia, acabou na segunda posição do treino dois. Hoje intruso, amanhã, na classificação, é o favorito. Este ano só deu Vettel na pole position.

O único problema da RBR é o motor. Mark Webber teve problema no propulsor Renault. O motor francês quebrou no TL2 e o australiano ficou apenas na 20ª posição, com apenas 13 voltas. Na ponta, apenas 0.266 milésimos separaram o tempo de Hamilton, 1:34.175, do segundo lugar de Vettel – 1:34.441. Outro destaque dos treinos malaios foi a Renault de Robert Kubica. O polonês ficou logo atrás dos carros que usam motor Mercedes, nos dois treinos. Ele foi o 5º no TL1 e o 6º no TL2, já que Vettel esteve entre os 4 mais rápidos a tarde. Nico Rosberg ficou novamente a frente de Michael Schumacher, pouco mais de 2 décimos.
A Ferrari não esteve bem, principalmente com Felipe Massa, apenas o 15º no TL2. Apesar das más posições, Massa seguiu otimista. “Tentamos encontrar um bom acerto e compreender o comportamento dos pneus. Precisamos trabalhar mais para melhorar o desempenho imediato. Mais uma vez, agora em uma pista com curvas rápidas, tenho um bom sentimento sobre o F10”, disse o brasileiro para o globoesporte.com.
A chuva segue nas previsões do tempo para o final de semana. Porém, a chuva, de acordo com a previsão postada no site da F1, deveria aparecer nos treinos de sexta. Mas não choveu. Será tudo uma grande suposição até os treinos classificatórios e a corrida.

Sol na Malásia; não foi 1º de abril

Enquanto o mundo fala das chuvas malaias, Kuala Lumpur teve uma manhã de Sol forte. A temperatura chegou a 38 °C, a pista estava muito quente. Em pleno 1º de abril, a chuva resolveu enganar todos e não apareceu. O que não enganou ninguém foi a potência dos motores Mercedes. Com duas grandes retas, o circuito de Sepang propicia um ótimo rendimento do motor. Resulto: As quatro primeiras posições.

Lewis Hamilton marcou 1:34:921 na parte inicial do treino. Foi o suficiente para terminar na primeira posição do TL1 – treino livre 1. O motor alemão foi formidável na primeira sessão de treinos livres. Nico Rosberg, pela Mercedes, foi o 2º. Atrás dele, Jenson Button e Michael Schumacher.

A outra equipe que usa o propulsor alemão é a Force Índia, que acabou no 7º lugar com Adrian Sutil. Paul di Resta substituiu Liuzzi e foi o 15º. As RBR não foram tão bem. Vettel chegou a reclamar dos freios durante o treino. Mas o time sempre é forte na classificação e na corrida. Sexta é apenas aquecimento para os austríacos.

Nenhum brasileiro ficou entre os 10 primeiros. Felipe Massa foi apenas o 11º. O piloto da Ferrari cometeu alguns erros durante o TL1. Rubens Barrichello, em termos de carros rápidos, foi o último – 18º –, apenas a frente dos 6 carros novos do grid. Acredito que o brasileiro fez um treino com tanque cheio. Lucas di Grassi, pela Virgin, foi o 21º. O brasileiro esteve a frente dos dois carros da Hispania e de Fairuz Fauzy, piloto reserva da Lotus, que substituiu Kovalainen.

Bruno Senna completou 27 voltas, apenas Kamui Kobayashi da Sauber andou mais que ele – 28. O piloto da Hispania ficou na penúltima colocação, 6.911s atrás do tempo de Hamilton. O brasileiro recebeu um tanque de combustível novo para o GP da Malásia. Agora o compartimento possui divisórias, que impedem que o combustível fique balançando no tanque.

Confira os 10 primeiros do TL1:

1º- Lewis Hamilton – Mclaren – 1:34:921
2º- Nico Rosberg – Mercedes – 1:35.106
3º- Jenson Button – Mclaren – 1:35.207
4º- Michael Schumacher - Mercedes – 1:35.225
5º- Robert Kubica – Renault – 1:35.402
6º- Mark Webber – RBR – 1:35.479
7º- Adrian Sutil – Force India – 1:35.955
8º- Fernando Alonso – Ferrari – 1:35.959
9º- Sebastian Vettel – RBR – 1:36.043
10º- Sebastien Buemi – STR – 1:36.100
11º- Felipe Massa – Ferrari – 1:36.451
18º- Rubens Barrichello – Williams – 1:38.278
21º- Lucas di Grassi – Virgin – 1:40.159
23º- Bruno Senna – Hispania – 1:41.832